O Mistério Do Teletransporte

18 Feb 2018 07:37
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is?5p-DnB4vxdQGKaXo8immDTFlSmC7Gt0b0eLBFY7Ix3g&height=176 No ano anterior um físico austríaco conseguiu fazer um fóton discutir com outro a distância e comprovou que o teletransporte é possível. O truque foi utilizar um misterioso mecanismo - conhecido como entrelaçamento - que liga partículas de claridade. Entenda por aqui este enigma, que tira o sono dos cientistas. Você com certeza neste instante enfrentou uma espera interminável num aeroporto e sentiu desejo de sumir dali e reaparecer no ambiente para onde pretende ir. Contudo não desanime. O teletransporte imediatamente obtido por Zeilinger e Martini é uma assombrosa proeza.Em poucas frases, o que eles conseguiram foi transferir a inclinação de um fóton, a partícula subatômica de luz, para outro situado a alguns metros do primeiro. Foi mais ou menos como transportar a rotação de um pião para outro pião no quarto ao lado sem que eles se tocassem.É diferente, porém não chega a ser complicado. Para começar, um fóton é produzido por uma lâmpada fraca (encontre no infográfico ao lado). Posteriormente, a partícula é jogada contra um cristal que a divide ao meio, desenvolvendo dois fótons gêmeos. E neste local entra o mistério do entrelaçamento. Por terem sido desenvolvidas ao mesmo tempo, alguma potência enigmática faz com que as partículas fiquem ligadas para sempre por uma lei inflexível: se uma deita para a esquerda, a outra no mesmo instante tomba pra direita e vice-versa.A partir daí tudo fica acessível. Mesmo se as partículas estiverem separadas por milhares de quilômetros, quando se aplica certa energia a uma delas, esta se inclina numa direção e a outra, automatica e instantaneamente, cai para o lado oposto. Quer dizer: a inclinação viaja, é teletransportada de um fóton para outro. Enchimento pra penteado (modo Amy Winehouse dos anos 60) 04 "Jogo ao Vivo" Novembro de 1996 quarenta e um quinze "Dança da Cerquinha" vinte e sete de agosto de 2014 226 Nova política de bloqueio Rosimar citou: Dez/09/doze ás vinte e três:30 De olho na segurançaNinguém domina explicar como isto acontece. Porém acontece. "De alguma forma, remexer numa partícula perturba a outra", reconhece o físico experimental Paulo Henrique Souto Ribeiro, que pesquisa o tópico pela Escola Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pense que este cachorro é um fóton, um átomo de luminosidade. É inexplicável. Átomos de luminosidade fabricados ao mesmo tempo comunicam-se de forma intrigante.Quando você mexe em um deles nesse lugar, o irmão gêmeo responde lá retirado. E ninguém sabe como isto acontece. Para conseguir teletransportar a mancha do cachorro-fóton da página anterior para o da página 61, Zeilinger precisou determinar certas condições. Em primeiro ambiente, os shar-peis têm que ser gêmeos, para ficarem para todo o sempre ligados. Em segundo território, eles não conseguem ter manchas ao nascer.Elas só vão apresentar-se quando o pesquisador remexer com um dos cachorros. Para realizar a experiência, Zeilinger fica com um cão e manda o outro pra um canil distante. O entrelaçamento entre as partículas de claridade podes ser usado como um código pra se enviar mensagens perfeitas. Ou, assim sendo, pra aprimorar o desempenho de novos tipos de pc.Mesmo não sendo interpretado com toda compreensão, o teletransporte deverá, nos próximos anos, tornar-se uma ferramenta de vasto utilidade em várias inovações que neste instante estão sendo construídas em laboratórios do todo o mundo. O pretexto é que a rotação dos fótons - e outras propriedades, como a inclinação dessas partículas - pode ser utilizada como um código idêntico com o que se emprega nos computadores atuais. Basta convencionar que, se um fóton gira para a direita (como os ponteiros do relógio) isto ou seja sim. Se ele rodopia pra esquerda, significa não.A partir daí, não é custoso pensar que, com um amplo número de fótons, fornece para digitar mensagens de qualquer tipo. Dessa maneira, é só teletransportar as rotações entre fótons distantes e estará formado um meio de comunicação de rapidez e precisão impressionantes. A extenso vantagem nesse sistema é que ele será imune a erros de transmissão em razão de, no decorrer do teletransporte, as rotações não sofrem interferência, como as que ocorrem no rádio, na televisão e no telefone. Outra tecnologia promissora são os pcs quânticos, nos quais os transístores vão tornar-se quase tão pequenos quanto átomos (que são 10 milhões de vezes pequenos que 1 milímetro).Máquinas deste tipo fazem cálculos a uma velocidade incrivelmente superior do que as existentes. Elas não surgiram ainda, no entanto já há protótipos experimentais sendo testados em muitos universidades dos EUA e da Europa. Com a auxílio do teletransporte, estes aparelhos poderão tornar-se ainda mais garantidos, acredita o especialista Charles Bennet, da IBM, que, em 1992, lançou as bases teóricas da locomoção instantânea.

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